Notícias da Pecuária
Notícias sobre agronegócios, agricultura, pecuária e meio ambiente - 16 de Dezembro de 2018
29/08/2014 - 11:05

Produtores de leite conhecem novas alternativas de forrageiras

A alfafa e o capim elefante BRS Kurumi podem ser uma boa opção forrageira aos produtores de leite. A sugestão foi apresentada na quarta-feira (27/08), em Não-Me-Toque, pela Emater/RS-Ascar, durante Tarde de Campo sobre Leite.
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O evento, promovido pelo Governo do Estado e Prefeitura de Não-Me-Toque, reuniu pequenos produtores e lideranças regionais no Parque da Expodireto. 

“A alfafa é considerada a rainha das forrageiras pelos norte-americanos. É uma cultivar que tem até quatro vezes mais proteína que a silagem de milho”, comparou o técnico agrícola da Emater/RS-Ascar Celso Siebert. 

Outro ponto destacado na Tarde de Campo em Não-Me-Toque foi a necessidade de adequar a quantidade de pasto ao número de bovinos que pastejam nos piquetes. O engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar Vinícius Toso sugeriu aos produtores que dividam suas áreas de pastagem em 31 piquetes, com a finalidade de dar à forrageira o tempo necessário ao rebrote, antes de o plantel leiteiro regressar ao primeiro piquete, um mês depois. 

Para mostrar o quanto a adubação é importante o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar cortou e pesou uma porção de aveia retirada de dois pontos distintos de um piquete – uma das amostras de aveia era mais vigorosa do que a outra, porque o solo onde cresceu recebeu mais adubo. 

Segundo o cálculo apresentado por Toso, seriam necessários 4,6 hectares para alimentar com aveia de baixa qualidade um plantel de 10 vacas. O mesmo plantel poderia ser alimentado em 0,8 hectares se a aveia fosse cultivada em solo bem adubado. “Piquete não é um palanque com fio choque. O produtor tem de avaliar o dimensionamento dos piquetes”, disse Toso. 
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Regional de Ijuí
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